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16 de novembro de 2010

Meninos de rua trocam drogas por livros

E se por cá seguissem este exemplo.....

Meninos de rua trocam drogas por livros
Eles deixaram de ser vistos como uma ameaça e suas vidas ganharam uma chance de mudar com a literatura
  Folha Online
Antes de receber a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, os organizadores já sabiam que precisavam acertar as contas com os donos da praça da Alfândega, no centro da cidade. Na última década, os meninos de rua deixaram de ser vistos como uma ameaça e suas vidas ganharam uma chance de mudar com a literatura.

Sem lar, fugidos da escola ou simplesmente perambulando pelo centro nos horários livres, as crianças pobres que vagavam na feira eram perseguidas pela polícia. No ano 2000, poucos programas atendiam menores de idade nessa situação em Porto Alegre. Eles andavam pelos corredores das barracas fazendo algazarra e incomodando os visitantes. Muitos usavam drogas.

Insatisfeita com a exclusão dos moradores de rua, a coordenadora da programação infantil, a coordenadora da programação infantil, Sônia Zanchetta, criou o projeto Asteroide. Primeiro teve de ensinar que a Brigada Militar não podia hostilizar os meninos como marginais. "Até o rio Guaíba, que é poluído, quando tu vês tem um menino dentro", brinca a coordenadora. Ao menos 70 deles já foram atendidos em 2010. As crianlas poderiam participar do projeto com uma condição -- ficando longe das drogas.

Disciplinar os menores abandonados ganhou esforços para obter alimentação, roupas e higiene - já que a "mulecada" suja e faminta agredia os olhos do público. Ajudaram grandes empresas até pequenos negócios como a lavanderia Chuá e o pipoqueiro seu Zé.

Alguns alunos de escolas estavam tendo conflito de horário para visitar o evento e as professoras passaram a controlar a passagem, em vez de reclamar das fugas. Por isso, há dois anos, a Escola Municipal Porto Alegre, maior centros de assistência na região, com 150 jovens, firmou uma parceria com a programação da feira.

Glauber Fernando, 22, no sexto ano supletivo, descobriu a feira aos 12 e está há 10 anos no Asteroide. Desde os nove foi parar nas ruas. Sua primeira noite foi em uma saída de ventilação - o bafo quente - de um ar condicionado junto com outros rapazes. "Só não fiquei nos trilhos do trem porque dá choque", lembra ele.
 

13 de novembro de 2010

A Crise: simples e a rir

Explicação sobre a crise financeira, que foi emitida no programa inglês "The Last Laugh". Simples e hilariante.

Nota: o video tem legendas em espanhol,porque saiu de um site amigo :www.humorporhoras.com





FLY

10 de outubro de 2010

Hungria- Desastre Ecológico ou Humano??

    Como todos sabem, neste momento e desde há uns dias que a Hungria tem passado por um mau momento que se manterá por muito tempo.
Foi declarado estado de emergência após uma enorme rotura de uma refinaria de bauxita que invadiu a cidade de Kolontar. Esta fábrica produz Aluminia que ao fim de alguns processos resulta em Alumínio...altamente tóxico embora não seja considerado tóxico pela União Europeia (??????)

Grande parte (98%) do que a fábrica produz nunca tinha sido vazada. Só que esses 2% foram o suficiente para cobrir uma enorme área, invadir e encher casas.
Equivalem a 700 mil metros cúbicos de lama corrosiva.


Neste momento trabalha-se duramente e com riscos  para impedir que a lama tóxica vá para o Danúbio, um dos principais rios europeus. Se a lama for para o rio, o dano ambiental que poderá causar é inimaginável já que os químicos da lama (metais pesados, a alumina, e uma boa quantidade de soda cáustica) são muito difíceis de se neutralizar.

E isto sem falar das mortes e desalojados e futuros riscos.

Catástrofes acontecem em qualquer sitio a qualquer momento, mas algumas poderiam ser evitadas se todos "lutassem" do mesmo lado.....

Dimensão do acontecimento:

O governo húngaro estima que irá demorar um ano para limpar o vazamento de alumina – além disso, o custo estimado da operação é 10 milhões de dólares.

Pelo menos sete vilas húngaras foram afectadas pelo vazamento, incluindo Devecser, onde o alagamento chegou a dois metros de profundidade.

A área afectada, por enquanto, é de 40 km quadrados. O Ministro do Meio Ambiente húngaro, Zoltan Illes disse que o país, provavelmente, irá precisar de assistência da União Europeia.

Alguns conteúdos/ dados foram vistos em:



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